Cinco Rounds #6 – UFC 127: Penn vs Fitch

Pegando mais um pouco de MMA, que aparentemente a cada final de semana tem um novo evento, vamos agora pegar carona no UFC 127. Para quem está aguardando o Next To Rumble, aguarde pois mais tarde ele será postado, pois devido a problemas técnicos ainda não foi postado. Mas já contratamos um empregado responsável pela manutenção da caixa de luz do prédio do Get Ready To Rumble. Confira a análise abaixo…

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Os eventos que ocorrem fora dos Estados Unidos trazem uma singularidade apreciada por muitos, e criticada por outros, o patriotismo. Até que ponto é válido torcer por um lutador apenas porque ele é do seu país? Existem ocasiões em que esse sentimento é fortemente confrontado, principalmente quando se torce por um ídolo estrangeiro e ele encara um compatriota. Quando isto acontece, os debates ficam fervorosos, de um lado os que defendem o patriotismo, de outro os que dizem que isto é idiotice e não influencia em nada. Outros, assim como eu, ficam divididos, pois crêem que o patriotismo é sim importante em diversos aspectos, pois quando não se valoriza o país de origem, o povo começa a vangloriar a cultura estrangeira, migrar-se para estes parâmetros de sociedade perfeita, o que por sua vez enfraquece a economia e a política de sua terra natal. Mas estamos falando de MMA, isto é só um esporte, torcer por um estrangeiro não trará grandes consequências… Ou trará?

Um lutador com o público à seu favor consegue um grande ponto adicional para o combate, desestabilizar o emocional do adversário. O estrangeiro por sua vez saberá que corre o risco da decisão dos juízes favorecer o atleta da casa e poderá partir com tudo e definir a luta de imediato, ou jogar com cautela. Nessa edição do UFC, no card principal, tivemos dois confrontos envolvendo australianos, vejamos o quanto o público da terra do canguru contribuiu para os resultados.

Chris Camozzi vs. Kyle Noke – Middleweight Bout

Iniciando o pay-per-view eis que vem o combate envolvendo dois desconhecidos pela grande maioria fã de UFC, entretanto não foi uma luta envolvendo fãs, mas sim o patriotismo. O australiano Kyle Noke teve a torcida a seu favor, enfrentando um adversário de mesmo nível em um combate relativamente imprevisível. Essa foi a chance para estrear no card principal, e quem vencesse poderia dar um passo a frente nesta categoria de um homem só. O californiano teve malícia, entretanto Kole se sobressaiu e conseguiu derrubá-lo e não dar espaços, garantindo a vitória por submissão com um mata-leão muito bem encaixado, levando o público ao delírio.

O jogo de solo do australiano aparenta ser bom, e não deu chances para o seu oponente. Este combate serviu para aumentar seu cartel e subir mais um degrau nessa escada imensa que é a escada da divisão dos médios, aparentemente o elevador está quebrado e não há ninguém rápido o bastante para conseguir subir mais de 3 degraus com um único passo…

Brian Ebersole vs. Chris Lytle – Welterweight Bout

Dois lutadores americanos e experientes compuseram essa luta, desta vez o clima Australia vs. Estados Unidos ficou por conta das academias, com Ebersole treinando em Sidney, e Lytle em Indianapolis. Ebersole, mesmo com toda a sua experiência ainda não é famoso e nem campeão, logo necessita demonstrar a que veio, e seguindo esta lógica Ebersole entrou naquele octógono com apenas um propósito: entreter os fãs. Pode-se dizer que ele obteve sucesso nesse aspecto, mesmo o combate tendo se encerrado por decisão dos juízes.

No primeiro round os lutadores não se estudaram tanto quanto o tradicional, e obviamente aquele chute com 5 segundos de luta e com um ar de capoeira dado por Brian deixou bem claro que não veio para tricotar. Brian Ebersole durante a luta inteira fez provocações, porém provocações saudáveis, nada comparado a Anderson Silva contra Demian Maia. Lytle não conseguiu ser muito efetivo neste combate, no primeiro e no terceiro round ele encaixou guilhotinas muito bem aplicadas, entretanto seu oponente teve habilidade para livrar-se delas com maestria.

O “seta pra cima” (Ebersole entrou com uma depilação bem exótica) aplicou golpes fortes e contundentes em cada round, foram as ombradas no final do 1º round, a joelhada no segundo, e cotoveladas no terceiro. Sendo assim, o resultado foi: 30-27, 29-28, 29-28. Particularmente eu discordo daquele que disse que Ebersole tenha vencido o primeiro round, pois fora exatamente neste onde Lytle conseguiu trabalhar melhor as duas guilhotinas, e Ebersole não foi tão contundente o quanto foi nos demais rounds, entretanto a vitória geral é justa.

Dennis Siver vs. George Sotiropoulos – Lightweight Bout

Mais um duelo envolvendo patriotismo, desta vez é Austrália contra a Alemanha, sendo o já conhecido Sotiropoulos o atleta da casa. O combate começou com Sotiropoulos agindo ofensivamente e tentando quedas, mas Silver foi para trocar socos, deixando o combate animado, principalmente quando acertou os socos que causaram dois knockdowns no seu oponente, porém Sotiropoulos arrancou aplausos do público ao conseguir se recuperar, mas o round já estava perdido, afinal nada de muito efetivo havia acontecido até então e Siver continuou com o jogo, tanto no fim do primeiro round, quanto no começo do segundo, e até ao fim do terceiro,que consistia basicamente em manter distância de George por causa da envergadura, e ao se aproximar soltar o rojão de socos. Vale salientar que Siver inteligentemente trabalhou com chutes para compensar a sua pouca envergadura em comparação com a do seu adversário.

Sotiropoulos poucas vezes na luta conseguiu acertar seu oponente, e obviamente quando estas ocasiões ocorreram o público foi ao delírio, mas não foram suficientes para mudar o resultado da luta que seguiu favorecendo a estratégia de Siver, que venceu por decisão dos juízes, tendo 29-28, 30-28 e 30-27. Particularmente não vejo um round que o australiano tenha vencido, e no máximo concordaria que o primeiro round fora equilibrado ao ponto de darem 30-28, mas concordo em totalidade com 30-27. Vale uma menção honrosa para que ambos mantiveram-se no mesmo ritmo durante o combate inteiro, o que demonstra um bom trabalho de treinamento.

Jorge Rivera vs. Michael Bisping – Middleweight Bout

Desta vez nada de Austrália, mas sim de Inglaterra contra Estados Unidos. Tirando o fato da competição entre países, essa luta também foi o confronto do que se acreditava ser apenas um belo trabalho de marketing, mas ao decorrer dela pudemos observar que desafetos também estavam em jogo. O norte americano Rivera provocou Bisping em diversos momentos do primeiro assalto, que por sua vez respondeu com duas quedas, e uma joelhada desleal na cabeça de Rivera, fazendo a luta parar para o atendimento médico e subtrair um ponto de Bisping.

Ainda assim, tudo esteve bem disputado no primeiro round, com vantagem ao inglês que conseguiu botar Rivera para baixo 3 vezes. Por ter perdido um ponto, este round ficou empatado, afinal Bisping o “venceu” (9-9), entretanto pontos não fariam mais diferença, pois no segundo round Bisping veio com tudo e conseguiu acertar socos fortes em Rivera, a ponto de forçá-lo a ficar agachado levando golpes na cabeça e o árbitro interromper a luta. Mesmo após ter vencido, o clima ainda ficou quente com Bisping cuspindo nos treinadores de Rivera e batendo boca com o mesmo.

O mais engraçado de tudo é que no momento da entrevista Bisping se desculpou pelo o que fez. Não acredito que uma pessoa aplique um golpe ilegal, cuspa no treinador adversário, ofenda seu oponente após a luta e ainda assim se diga arrependido. Mas como as palavras ultimamente estão banalizadas, vamos aceitar o pseudo-arrependimento do inglês.

Jon Fitch vs. BJ Penn – Welterweight Bout

Quem já conhece Fitch sabe muito bem como essa luta tenderia a ser, e assim se deu. BJ desde há muito tempo vem sendo irregular no octógono, fazendo boas performances e em seguida performances duvidosas. Nesta luta pode-se ver um pouco desta irregularidade, não é surpresa para ninguém que ela terminaria por decisão dos juízes, a surpresa maior com certeza seria o resultado.

BJ demonstrou seu bom jiu-jitsu nos dois primeiros rounds chegando perto da submissão em ambos, porém Fitch é bem treinado no chão e conseguiu se defender. Nesta luta apertada e amarrada, o vencedor seria aquele que tivesse a felicidade de encaixar um golpe, cair em uma boa posição, ou derrubar o oponente. BJ sabia disto, porém não queria correr o risco de cair por baixo, então em cada momento ele tentou utilizar seu punho de ferro para definir a luta, e na primeira boa oportunidade que teve abriu uma ferida em Fitch, porém pecou ao partir para o seu jiu-jitsu e depois de derrubar Fitch tentar logo o mata-leão, afinal de contas o “amarrador” já havia revertido uma vez, assim como o fez pela segunda, e desta vez terminou o round por cima acertando socos que abalaram o psicológico de BJ.

Com isto, no terceiro round Fitch conseguiu aplicar um bom takedown e trabalhar por cima praticamente durante o round inteiro aplicando socos na face de Penn, fazendo com que os juízes vissem uma vitória de 10-8 neste round para Fitch. E como os 10 minutos iniciais foram de BJ, tivemos um resultado: EMPATE! (Dois juízes deram 28-28, enquanto apenas um deu 29-28 para Fitch)

Para quem dava como certa a vitória de BJ, esta foi uma grande surpresa. O meu maior medo é que Fitch venha representar a nova geração de lutadores. Se nessa geração que está se retirando o significado de vitorioso era aquele que entrava para nocautear, nesta nova aumenta cada vez mais o número de competidores que visam vitórias por pontos e pouco se importam quanto a entreter os fãs. Lutadores como Ebersole, que entram tendo que impressionar o público, estão cada vez mais escassos. Estamos na era onde o resultado é o que importa, mas algo deve ser feito imediatamente.

Alguns fãs de MMA citam o Strikeforce como futura potencia justamente porque lá os atletas conseguem entreter os fãs, porém eu me pergunto: “E quando o Strikeforce finalmente ficar grande ao ponto de competir com o UFC?” Eu lhe digo que quando esta hora chegar, muitos destes lutadores começarão a ficar receosos do perigo da derrota, e quando o lutador entra numa luta pensando na derrota, quem perde são os fãs. Aqui me encerro com essa boa edição do UFC, o melhor do ano até o momento.

Top 5 eventos do ano:

1st – Strikeforce Cyborg vs Diaz.
2nd – UFC 127 Penn vs. Fitch
3rd – Strikeforce Fedor vs Silva.
4th – UFC Fight For The Troops.
5th – Strikeforce Challengers 13.

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14 comentários em “Cinco Rounds #6 – UFC 127: Penn vs Fitch

  1. Tenho até medo de comentar isso aqui porque você já é muito arrogante, mas vou arriscar uma última vez:

    Durante a transmissão do evento você mandou bem. Acertou direitinho qual seria a decisão dos juízes, mesmo ela sendo em certo ponto surpreendente (Ao menos pro Fitch e pra mim rs).

    Uma pena que o seu inglês o traiu. Bisping não pediu desculpas ao adversário, ele não se mostrou arrependido mesmo. Ele pediu desculpa ao público, que não tinha nada a ver com a briga entre os dois e teve que ver um golpe ilegal. Pelo que pareceu na conversa dele, ele faria a mesma coisa novamente se pudesse.

    Bacana da primeira luta foi a entrada ao som de Down Under do Man at Work, um hino da austrália.

    Tudo bem que vocês não eram nem nascidos na época que a música foi lançada (afinal, eu também não era rs), mas a reação do público foi muito bacana.

    • Qual foi Jack? Me chamando de arrogante… Não entendi muito esse ponto… Enfim, o que o Bisping falou me compliquei mesmo, até havia comentado contigo durante a transmissão que não havia entendido muito bem, e como fiz a análise logo em seguida (não postei antes por causa da internet fora do ar por causa dos cabos que se romperam com a chuva e deixou a net muiiiiito lenta).

      Enfim, valeu aê! ^^

      E é aquilo, durante as transmissões eu já solto os comentários que podem ou não ser usados na análise e tals, por isso curto assistir conversando com alguém!

      Abs

      • Se ligou tanto na questão do arrogante que nem se ligou no elogio rs.

        Sobre a arrogância: As vezes você dá a sua opinião de forma muito contundente, não aceitando a opinião alheia e retrucando até que concordem contigo. Isso pra mim é a arrogância. Como quando eu te perguntei se eu não tinha direito de achar a WWE chata e você disse “Não, vc não tem o direito”. Quer mais arrogância do que me negar o direito de ter o meu próprio gosto? rs.

        E você ainda falou que eu só poderia não gostar se eu acompanhasse todos os dias e que ver esporadicamente e não encontrar o que me atraísse não me dava direito a me expressar.

        E se você realmente não reflitiu o quanto isso é absurdo, posso fazer um trocadilho interessante depois rs.

        Acho isso natural pela sua idade. Quanto mais velhos ficamos, menos arrogante nos tornamos. Isso não é privilégio seu. Eu tb era arrogante na sua idade e eu também vou ficar menos arrogante no futuro.

        Vai ver eu era tão arrogante quanto, até que um dia me falaram isso e eu comecei a me policiar. Mas mesmo assim ainda solto umas arrogâncias de vez em quando 🙂

        • Você devia ser arrogante pra caralho… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Ainda bem que não é juiz… (ps.: Tinha um cara nos seguindo no shopping, nao sei se tu reparou, ele só parou quando a gente entrou na Lan House)

          Cara, eu entendi o que você tá falando, com algumas coisas eu sou bem maleável, com outras não. Po, tu não tá assistindo a parada e quer meter malho? Que nem eu e TNA 2008, o último grande ano da TNA… Eu acompanhei esporadicamente uma parte e justamente caía nos episódios ruins, aí depois eu tomei coragem pra ver direitinho, poooo….

          Enfim, não li o elogio porque não preciso, sou foda… /ARROGANTE
          =P

          zoa hehehehe

        • Em linhas claras: Você precisou de praticar sexo passivo (dar ré no kibe) pra decidir que não era isso que você queria? rs.

          Uma coisa é você dizer que gostaria que eu assistisse regularmente. Outra coisa é você tentar proibir de dizer a minha vontade.

          Quase que eu dei umas porradas nesse muleke na rua hahaha. Só não o fiz para não ser preso pelo estatuto da criança e do adolescente, já que ele é menor rs.

        • Sem dúvida nenhuma. E se você não entendeu “porrada” foi um sentido figurado senhor “machão”.

          Ou você acha que eu ia mesmo me estapear com alguém? rs

  2. “Se nessa geração que está se retirando o significado de vitorioso era aquele que entrava para nocautear, nesta nova aumenta cada vez mais o número de competidores que visam vitórias por pontos e pouco se importam quanto a entreter os fãs.”

    Se você realmente acredita nisso, seria melhor você citar nomes de lutadores que representam a sua idéia.

    Talvez não tenha sido essa a sua intenção, mas de qualquer forma vou falar, não escreva como se o que você está dizendo é a verdade absoluta. Isso que eu citei não é concreto no MMA. Todo lutador quer ficar famoso, todo lutador quer vencer com lindas vitórias, todo lutador quer ser lembrado e se tornar um ícone do seu esporte, para tal eles precisam ganhar quem? O público. Você pode ser bom como for, mas se o público sequer lembrar o seu nome fica complicado e para tal vc precisa dar o circo, porque o pão eles já trazem de casa.

    Cigano, Velasquez, Aldo, Evans, Jones, Marajó, Pettis, Fabber, Cruz, entre outros são apenas alguns exemplos do que eu estou falando.

    Aconselho você a assistir as lutas do antigo WEC, o qual teve as melhores lutas do ano passado e acredito q sua opinião mudará.

    • Cara, eu realmente acredito nisto. Você citou nomes, porém o que são 9 comparado a centenas? Digo isto porque se você reparar os últimos eventos o que tem acontecido é basicamente isto, lutadores chegam com medo de lutar e resolvem amarrar a luta, para levar por pontos. Eles vêem que caras como GSP, Kosheck, Fitch conseguem, então seguem o modelo, afinal de contas é muito mais vantajoso vencer sem se machucar do que correr o risco, não acha?

      Sobre a “verdade absoluta”, bem, verdade absoluta não é um termo aceito na filosofia contemporanea, mas posso te dizer que absolutamente toda a rede social de MMA sabe que a tendência das coisas é tomarem este caminho caso algo não seja feito imediatamente.

      Aliás, tu disse do WEC, eu vi e fizeram bons eventos, mas sabe por quê? Pelo mesmo motivo que o Strikeforce tem feito eventos que tem agradado o público. Sabe qual é? Eles tem que mostrar ao que vieram, logo optam por fazer show. Aí depois que ganham um certo status, estream num evento como UFC, aí companheiro… Exatamente como você disse.

      Enfim, eu entendi seu comentário, espero que tenha entendido o meu 😉

      Abs

  3. Concordo com vc q lutadores como vc falou existem as pencas, mas vc está generalisando. Esses eventos q vc falou onde lutadores tentam ganhar sem “ganhar” tem sido muito criticados e vaiados, demonstrando o desagrado dos fãs refletindo em mebos vendas d ppv, logo menos dinheiro bo caixa.

    Vc tem q entender q há uma diferença entre enrolar e lutar com técnica e precisão.

    Vc faz afirmações incisivas, porém sem contundência, ” toda rede social de MMA”!?

    Afirmar com toda certeza q lutadores do WEC e do Strikeforce dão show nos respectivos eventos menores pr qnd chegarem no maior palco do MMA começarem a enrolar!?

    Cara, assim como o Jack, eu na minha juventude achava q o q eu dizia é era a verdade e acabava soando arrogante, hj sei (pelo menos acredito) expressar minha opinião sem a mesma.
    Pelos podcasts pude perceber q vc é uma boa pessoa, mas pelos seus textos como já foi mencionado há msm essa arrogância da “verdade”. Coloco entre aspas n por vc mentir e sim por vc descrever sua opinião como tal.

    Abração 

    • Entendi o que você quis dizer, deve ser o costume. Entenda, eu faço em média 4 ou 5 textos por semana, 1 pro blog, 3 pro colégio. O 1 adicional é quando tem outro evento no fds que eu reporto… No colégio os textos devem ser exatamente com afirmativas sobre isso, aquilo, e bláblábalá, e lendo de certa maneira pode soar arrogantemente, porque relatório técnico não pode demonstrar opinião, mas sim o que de fato ocorreu…

      Mas vejamos, quando me refiro a redes sociais digo de portal do vale tudo, comunidades do orkut, essas coisas. Todos tem comentado isto, e eu concordo bastante. Ultimamente tem tido um male chamado Wrestlers. Os caras não chegam pra trocar, eles só querem quedar*, aí quando ele queda o público vai ao delírio… E fica naquilo. Aí depois tem o quê? Nada…

      Sobre WEC e SF, po, é só ver o Torres… Saiu pelo WEC, tudo bem que tava numa má fase e tals, aí agora no UFC 126… Olha a lutinha mixuruca que ele fez…. Melhor exemplo não há, ou há?

      Abs

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