Covil do Raposa – A Virada da BWF!

 

Ahe amigos, voltando com essa coluna oldschool para falar de um momento marcante da Luta Livre nacional, o Campeonato Sul Americano que como o título da coluna faz o trocadilho, elevou ainda mais a BWF como a melhor equipe nacional e um dos destaque da Virada Cultural!

Sim, como ano passado eu estive presente para prestigiar e apoiar no pouco que pude a equipe, então leia a continuação do post para ver o relato de um homem que ficou acordado das 7 da manhã de Sábado até as 11 da noite de Domingo sem dormir!

Para quem se lembra da coluna do ano passado, dessa vez eu não vou descrever passo a passo tudo que vivenciei, tanto porque já não foi meu primeiro contato com os amigos da BWF, então isso resume bastante algumas coisas, mas claro que devo sempre evidenciar que é sempre um prazer (não pro lado deles eu acho XD) reencontrá-los, pois como disse anteriormente, a família BWF me trata mais com respeito e camaradagem do que meus próprios colegas de faculdade!

Cheguei a praça da Sé as 4 horas, e pra minha surpresa encontrei o lutador Xandão no metrô, pra falar a verdade ele me encontrou, o que ajudou a entrar nos bastidores sem precisar me esclarecer quem eu era pros seguranças.

O local onde foi armado o ringue era interessante, pois o declive da praça formava uma arquibancada natural ao lado do ringue, e de fundo tínhamos a catedral em arquitetura gótica, que enfeitava o horizonte (onde os lutadores latinos parecem ter adorado pelo tanto de foto que tiraram com a igreja no fundo).

E posso dizer como a BWF ganhou mais respeito da organização do evento, pois a estrutura estava bem melhor que ano passado, com bem mais espaço pros lutadores circular e interagir com os fãs, com um ambiente agradável já esperamos coisas boas no futuro!

Pouco a pouco foi chegando os lutadores sul americanos, e digo que o visual deles são realmente muito bons, principalmente o do chileno Hellspaw. uma dúvida que devorava meus pensamentos era, como ia ser as lutas? Tantas escolas diferentes, sotaques distintos e principalmente como os brasileiros iriam marcas as lutas falando outro idioma (que não é tão parecido quanto vocês pensam).

Bom, essa minha preocupação foi na verdade o ponto forte, vos digo que vieram a nata de fora, todos lutadores latinos que vieram a Virada eram realmente muito bons, e a harmonia das lutas entre eles mesmo e com os brasileiros foi ótima, digo até que muitos lutadores da BWF pareciam mais entrosados com os “gringos” do que com os lutadores da própria equipe.

Caso queiram saber quem são os lutadores aqui vai a lista:

> Super Crazy e Zumbi representando o México (Crazy não conseguiu retirar seu visto a tempo e não pode comparecer)

> HellSpawn e Allison Evans  representando o Chile.

> Kaiser e Apocalipsis representando o Peru.

> Hades e El Megastar reprensentando o Equador.

> The Ripper e Maniac Esga representando a Argentina.

Alem de Bino Rock lutador da BWF representando o seu país natal Uruguai e um lutador boliviano que começou a fazer parte da BWF, mas que não me lembro o nome.

Ou seja, foi realmente um campeonato Sul Americano, com representante de quase todos países do continente. Então aqui vai um pequeno resumo de como foi a atuação de cada um:

Não precisa dizer muita coisa do Zumbi, todos sabem o quanto habilidoso esse lutador de capoeira da lucha libre é, assim como no México Zumbi conseguiu o apoio do público com seus golpes plasticamente empolgantes e avançou até a semi final do campeonato, onde perdeu para um dos melhores que ja vi, Kaiser.

Kaiser o lutador boliviano é fantástico, não é atoa que foi a final com Xandão, esse cara tinha um físico para ser mais um desses lutador parrudo que só da porrada e no máximo chaveteios, mas não, ele aplicava excelentes slams, suplex e tinha um impulso incrível para saltar, fora seu movimento de finalização que é espetacular…

Não posso falar muito do Apocalipses pois quando esse lutou eu estava ocupado ajudando com as câmeras e não vi sua atuação, mas sei que além do visual legal ele aplicava bons golpes pelos vídeos que tem dele lutando no youtube.

Hellspaw tinha um visual fantástico, esse cara ficou com a mascara (que ja é sinistra) o tempo todo, o que fez até eu achar que ele tinha vendido sua alma ao capeta, e isso estou falando só da impressão que ele causa, no ringue ele também era muito bom e rivalizou com Mano John, o que foi um dos pontos fortes do evento.

Alisson Evans a parceira do Hellspaw do Chile é uma lutadora que bota muitas divas no chinelo, além de saber vender muito bem uma storyline e cativar o público a torcer fanaticamente pela Bia, sua rival na Virada, por falar nas duas lutadores, houve um momento que enquanto Spaw lutava e Evans ficava fora do ringue provocando, o público começou a gritar de repente pela Bia, e essa pega de surpresa saiu correndo dos vestiários  até a chilena, e o que aconteceu em seguida foi tão legal e divertido que não da para ser comentado, quem não viu perdeu uma dessas lembranças que ficam na memória sempre que se lembrar desse esporte, e isso acarretou numa das lutas com maiores hype que teve e foi decidida na hora, Mano John e Bia vs Hellspaw e Evans.

Hades era mais um dos lutadores da linha sinistro, com sua taut presente em quase todas fotos, fora seu visual que ja ajudava identificar o que viríamos dele, um lutador rápido e voador. Sua luta contra Kaiser foi fantástica, não deixou nada devendo a uma luta de indy americana. Lembro que ele fez parceria com Apocalipses contra Beto e Max, e essa luta de dupla também empolgou o público e ajudou a misturar estilo de 3 escolas de luta livre latina.

El Megastar é aqueles caras que sabe vender o personagem, chegando cheio de marra e bancando o estilo “eu sou mais eu, o resto é ralé”, e quando se sabe fazer isso tão bem quanto ele, acontece algo especial, o público ja vaia o cara antes mesmo dele começar a lutar ou entrar no ringue, e vender o personagem assim só pelo seu jeito em questão de segundos é uma façanha que até agora só vi em poucos da WWE (e em alguns da BWF, que não precisam do narrador pra isso).

Agora chegou a dupla da Argentina, o que sem dúvidas só pelo país que vinham já sabíamos que levantaria a maior atenção e vaias do público e é claro que eles se aproveitaram disso The Ripper e Maniac souberam vender a promoção muito bem, tanto que após suas lutas no Campeonato (Cujo Maniac fez uma espetacular atuação hardcore ao lado de Xandão) ganharam uma luta de duplas com direito a promo e tudo, cujo resultado acabou empatado, onde fez nascer uma rivalidade entre os dois países e promos memoráveis…

Após tudo isso ainda tivemos os “lutadores estrangeiros” contra os brasileiros,após uma confusão em cima do ringue onde os latinos invadiram para dar porradas e foram expulsos pelos brasileiros, ficou uma troca de farpa dos dois lados cujo só ajudou ainda mais a aumentar o hype e rivalidade do evento fazendo o público se manter fiel até o final da apresentação da BWF.

Quando Hades pega o microfone e fala “Vocês podem ser Brasil, mas nós somos sul americanos” e todos eles comemoram, até eu arrepiei, pois ficou bem legal os visitantes (mesmo que cada um de um país)  contra os donos da casa.

Alias essa união entre eles é verdadeira, uma vez que uns dividiram quarto de hotel e almoçaram juntos, e depois da Virada os brasileiros também ganharam parte dessa união, o que só empolga qualquer um fã de luta livre, ver  que acaba de nascer esse intercâmbio continental de lutadores e cultura só enriquecendo e unindo mais o pro-wrestling latino!

E do jeito que as coisas vão, se um dia vermos alguma equipe desses países crescendo com uma força semelhante as grandes promoções mundiais, podem ter certeza de uma coisa, com esses laços não serão fechados como as WWE da vida e sim terá espaço pra várias outras equipes e lutadores crescerem, o que seria fantástico, um circuito desses países onde cada um participa do campeonato do outro (algo que já acontece com alguns deles).

Essa virada enriqueceu a luta livre nacional, sem exageros em dizer que foi um dos marcos mais importante na história da nossa luta livre desde muito tempo, afinal abriu-se os horizontes para novas coisas e novos reconhecimentos, agora nossos lutadores tem convites para viajar e espalhar o nome do Brasil nesse cenário.

Por falar em Brasil vamos agora ao resumo do que os tupiniquim fizeram na Virada:

Torneio do Terremoto agora rebatizado de Maremoto em homenagem ao Pirata Alma Negra, o vencedor foi o veterano Mozart que ainda desafiou Bob Junior e ganhou mais hypes.

Rei do Ringue teve uma surpresa, após Sonico ter conseguido defender seu cinturão contra Tim Anderson que realizou um face turn e elogiou a BWF e os brasileiros e como prefere lutar aqui que é feito com amor do que  em  federações como WWE cujo só o dinheiro importa, Sonico teve um desafio inesperado, Zumbi subiu ao ringue e desafiou o brasileiro naquele mesmo momento pelo título…

Bom, como uma Money in the Bank, ja sabemos o resultado desse tipo de coisa, Sonico foi finalizado rapidamente e perdeu o título para Zumbi, que conseguiu provocá-lo a lutar cansado e levou seu cinturão para o México.

Bom, pela primeira vez ouvimos o Sonico falar e exigiu uma revanche de Zumbi, que pelo visto será realizada no Méxiso, olha a BWF entrando agora na tradicional e famosa escola de lucha libre no próprio berço dela, isso é sensacional!

O cinturão internet cujo os fãs escolhiam os lutadores a disputa-lo foi entre o Ninja (haha tinha votado nele) contra Toko o Infernal, após um combate exaustivo em baixo de um sol escaldante Ninja conseguiu com muito esforço se sagrar campeão.

Por falar no Toko, no amanhecer gelado de domingo estava eu, ele, o leitor do blog Audico e o novo lutador da Bwf Kadu, sentados perto do ringue, e digo que foi umas horas de seção “bully” quase toda hora entre eu contra o mundo, mas o que fechou esse momento com chave de ouro, foi o juiz Cabeleira trollando o Kadu que foi um momento épico de bastidores.

Por falar em Kadu, ele fez um dos melhores combates da noite contra o Toko, cheio de golpes diferentes. Legal ver esse pessoal novo e esforçado que da uma roupagem nova a tradição da luta livre nacional e inova com novos golpes mas sem perder a essência brasileira que é necessária para cativar o público daqui.

A final do Campeonato Sul Americano foi Xandão contra Kaiser, num combate técnico, o Gigante de Bragança conseguiu encaixar uma sequência de powerbomb com seu letal leg drop do topo da terceira corda e vencer o casca grossa do Kaiser que foi eliminando seus concorrentes com combates ótimos.

A BWF abriu espaço também para os veteranos, e tivemos duas lutas de despedida da lenda do sul, O Cigano Stiner, que mostra que você não pode ter o mesmo vigor de antes por causa da idade, mas que a experiência nunca morre e sabe como bater e vender o combate para o público gostar e ter uma atuação digna de elogios.

Acho que Stiner faz um papel muito bom de base old school e que seria legal vê-lo em mais uma Virada para desafiar os outros Masters,  quem sabe ele não se empolga e deixa a aposentadoria de lado pra vir mais uma vez aqui lutar? É sempre bom ver as lendas retornando e reviver a velha chama antiga dos tempos de ouro da luta livre, afinal uma arte sem sua história é uma arte pobre.

Antes de encerrar gostaria de fazer alguns comentários aleatórios:

Gostaria de elogiar os lutadores Tony Smith, Beto e Max Miller, pois foi um dos que mais lutaram na virada, e por esse esforço fenomenal merecem respeito e admiração de todos, ao Augusto que é um dos iniciantes bem esforçado e com um personagem que promete. Ao El Gringo que estava com um novo visual e por algum motivo os hispânicos adoraram ele, e claro ao Mano e Bia que me tratam sempre como amigo.

Alias todo mundo na BWF é cordial e gente boa, seria injusto deixar de citar pessoas como Kid Abelha e Jeca Tatu Cardoso, que só quem conhece sabe como são queridos.

Nocaute Jack o atual campeão brasileiro esta incrível, conseguindo mesclar sua escola antiga com golpes novos, Toko e Kadu matam nossa vontade de ver aqueles golpes que vemos na internet dos gringos na luta livre nacional, o que é muito bom e ajuda mostrar que o pro-wrestling do Brasil realmente esta mudando pra melhor e não mais o mesmo pastelão antigo.

Ripper o lutador argentino mostrou que mesmo lutando no escuro e sendo de uma nação rival, se tiver carisma consegue cativar o público a torcer por ele e ganhar o apelido de “Tio Chico” onde só exemplifica a aceitação que recebeu dos brasileiros.

E  se nenhum dos elogios que faço correspondesse a realidade, que fique como prova a hora que o gerador falhou e ficamos no escuro, o público se manteve fiel e empolgado nas lutas.

E mais uma vez elogiar o responsável por tudo isso, Bob Junior que é uma das melhores pessoas que conheci, assim como sua esposa Cintinha, que escreveu o livro mais aguardado da luta livre nacional, e se não fosse pelo respeito e dedicação de ambos, não viríamos tantos profissionais dedicados como eu vi na Virada, assim como a retribuição carinhosa que eles dão aos fãs.

Se vocês gostam de luta livre, independente de qual país ou federação, iam adorar o que aconteceu nas 24 horas na Praça da Sé, eu fui testemunha de um desses momentos que mudam o rumo das coisas, ano passado a BWF surpreendeu, esse ano ela consolidou sua importância e abriu horizontes novos para fazer com que a luta livre nacional tenha dado finalmente seu próximo passo, pois ela já não é mais a mesma de 4 anos atrás. Mesmo que as equipes rivais ainda guardem sentimentos mesquinhos e invejas reprimidas a tudo que a Brazilian Wrestling Federation esta conquistando e fazendo valer suas conquista (e pior, tentando boicotá-la das próximas Virada), acredito que se não vamos ver uma união nacional, pelo menos podemos dizer que a BWF consegue se suportar sozinha, sendo a única que podemos dizer estar realmente fazendo algo para que essa arte cresça com respeito no país.

– Para ver mais fotos da virada acesse o álbum da fotografa Denise Sanchez que foi da onde tirei essas que ilustraram o post!

– Veja a reportagem do Esporte Interativo fez sobre a BWF na Virada!

– Para ver a reunião de várias postagens e reportagens assim como a opinião dos sul americanos que participaram do evento acesse o perfil do Bob Junior no Facebook!

PS: Caso sinta falta de minhas postagens, eu tenho um novo blog sobre cultura em geral onde posto regulamente, para quem quiser ver minhas insanidade acesse: http://covildoraposa.wordpress.com/

Abraços e até a próxima!

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5 comentários em “Covil do Raposa – A Virada da BWF!

  1. De fato, a Virada Cultural foi foda! Todos os fãs de Luta Livre que não compareceram, podem ficar se remoendo, pois foi um evento excelente! Ótimas lutas tanto por parte dos brasileiros quanto por parte dos gringos. É realmente uma pena que Super Crazy não tenha vindo mas com tantos lutadores talentosos, diria até que não fez muita falta. Kadu vs Cabeleira e a mendiga vestida de boneca foram pérolas dos bastidores que serão lembradas por muito tempo. Ótima coluna, e com as fotos ficou ainda melhor. Até fiz uma aparição aqui, xD
    Só digo que foi um evento foda e espero que ano que vem, a BWF marque presença novamente na Virada Cultural!

  2. Sensacional, Raposa!

    Tive o privilégio de estar na primeira fila do ringue da BWF a noite inteira, e tenho muito orgulho disso. Não foi à toa que fiquei sem voz no outro dia. Gostaria muito de ter voltado no domingo para poder acompanhar as finais, porém o que prejudicou foi a hora que terminou o Show. Eu estava à espera de terminar às 5 da manhã, voltar pra casa, levar meu amigo embora e depois voltar e esperar até às 10, mas acabando às 3:20 já foi diferente. Eu mesmo chegando em casa de madruga não ficaria acordado como ficaria se tivesse chegado de manhã, mas isso nem importa tanto.

    Pra quem acha que assistir pela Internet é a mesma coisa do que ao vivo tá muito enganado. A emoção de estar lá, gritando, incentivando, vaiando, tirando foto, ver lutas perto de você é muito diferente. Aquilo te dá vontade de ficar mais tempo, e foda-se se o seu pe tá doendo.

    Uma experiência muito foda que tive, consegui tirar foto com o xandão, Tim Anderson, Beto, Nino Mercury, e inclusive subi ao ringue para o campeonato de cambalhotas (nunca pensei que um roleamento seria diferente de uma cambalhota), e só fui convidado por estar bastante animado.

    E logo logo vou fazer um texto sobre minha noite na BWF! 😀

    Parabéns pela Cobertura, Raposa. Espero que ano que vem posso participar nos bastidores! xD’

  3. Amigo Raposa( agora podemos nos tratar desta forma)
    Sabia que sua coluna traria um excelente texto sobre tudo o que se passou na Virada Cultural, mas a grta surpresa foi seu comentário a meu respeito.
    Como lhe disse, pessoalmente, estaria aguardando este coluna, pois já gostei das outras, e tinha certeza que esta seria tambem muito boa, quanto a reconsiderar minha aposentadoria…sem chances, pois decidi bem antes da Virada, pena que não foi possivel com Mister Argentina, o que seria épico pra todos pois ele foi um grande, imenso, profissional e mesmo sendo SEMPRE meu amigo teria sido um orgulho imenso encerrar a carreira com ele, mas problemas de saude com ele impediram. Mas creio que valeu a pena, e muito, fazer com os parceiros e amigos que fiz e isto JAMAIS sairá de minha memória.
    Raposa, ou Miranda< muito obrigado por seu carinho e respeito demonstrados nos bastidores e isto prova que nunca me enganei sobre vc, pois creio que vc seja uma pessoa de fortes defesas sobre o que acha certo em suas opiniões e isto sempre gerou um certo atrito sobre outra pessoa que é do mesmo modo assim, mas um dia ( quem sabe) as forças se unirão em pról do mesmo objetivo..falar da LLN.
    Com a maior sinceridade, foi mesmo um prazer conhecer vc( ainda estavas meio timido mas valeu) e continuarei a admirra vc e seu trabalho, mesmo que ainda não esteja em acordo com esta outra pessoa a quem amo muito(vc sabe…rrsrsr).
    Grande abraço e fiquem com Deus

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