Na Teia do Aranha #55

NA TEIA

Salve, pessoal. Mais um pensamento por aqui. Dessa vez, impressões sobre um evento que foi um marco na luta livre nacional. Quer saber o que é? Clique abaixo, leia, reflita, comente, debata. Sugestões sobre próximos pensamento serão sempre aceitos.

Abraços e valeu!

História Sendo Feita

         Hoje não teremos pensamentos sobre alguma questão que envolva o pro wrestling. Hoje. Será apenas um relato de um fã. Não espere reflexões, apenas constatações.

            A primeira vez que vi um show de luta livre foi em 2000, quando ganhei a oportunidade da vida de ver um show do “Monday Night RAW”. Depois, mais de 10 anos depois, a vida me proporcionou a estar em loco para ver a Ring of Honor, o que foi uma outra experiência fora de série. Porém, algo me incomodava desde então, pois via grandes lutadores fazendo sucesso, empolgando o público com suas técnicas, e a pergunta surgia constantemente:

            “Mas será que não tem nada parecido com isso aqui no Brasil?”

            Até que a alguns anos atrás eu conheci a BWF e sempre assumi que qualquer federação que surgia no Brasil eu veria com os olhos mais desconfiados, pois o histórico de empresas do naipe por aqui sempre era anexada com confusões e intrigas. Porém, ao perceber que a proposta de trabalho era séria, fui dando chances, vendo aos poucos e acompanhando do jeito que podia.

            Mas ainda não os tinha visto ao vivo.

            Quando anunciaram o “1º Torneio Latinoamericano de Luta Livre – Round 1 – Brasil”, com lutadores renomados não somente por aqui, mas de fora do país, vi a chance de poder testemunhar algo da luta livre nacional. Claro que também queria ver os lutadores estrangeiros, mas estava igualmente ansioso para ver o “material da casa”. E eles não fizeram feio.

            Nenhum dos três lutadores brasileiros passou para a etapa seguinte (por questões extra-ringue que não valem ser ditas aqui), porém, ver os representantes brasileiros do torneio (Beto, o Anjo Loiro, Xandão e Sonico) fazendo frente quanto a técnica e o entretenimento a wrestlers consagrados, como KENTA, Super Crazy e Takeshi Morishima, foi o meu maior prêmio da noite. E olha que já tinha motivos para comemorar, mas essa foi a cereja do bolo. Vale dizer que os lutadores da América Latina que compareceram ao torneio também estão em níveis altíssimos, tendo alguns com capacidade plenas de estarem nas grandes empresas de pro wrestling do mundo.

            A nota mais triste foi a do público que compareceu, mas não para lotar as dependências do G.D.R. Sete de Setembro. O local estava cheio, mas não lotado, como um show do porte que foi merecia ter. Mas, apesar disso, meus agradecimentos a Brazilian Wrestling Federation, NOAH e a Alianza Latinoamericana de Lucha Libre por dar essa oportunidade aos fãs de terem presenciado evento de tal grandeza. Podemos dizer com orgulho que o Brasil está entrando na rota da luta livre mundial e a tendência é crescer cada vez mais. Ponto para a Luta Livre nacional e os fãs agradecem.

OBS:

Aqui vai uma declaração de carinho a algumas pessoas que necessitam de atenção, sobre os resultados do torneio aqui no Brasil. Escrevi isso em minha conta de Facebook logo após ver a reação de uma parcela considerável de pessoas. E não, não tiro uma vírgula do que escrevi:

“Sério, essa história de que ninguém tá satisfeito com os resultados do Torneio me irrita. Sim, eu também queria que os brasileiros passassem, até porque um deles pode arregaçar qualquer um mole e tem capacidade de estar nas grandes ligas de qualquer escola de PW. Mas, tem outros motivos por trás disso que me entristecem, mas que deixam claro de que o fã de LLN só é de papo e pouca ação.

Se o japonês perde, reclamam. Se o latino perde, reclamam. Se o americano perde, reclamam. Se o brasileiro perde, reclamam. E ainda tem gente que nem se importa quando algo dessa grandeza acontece por aqui. Eu fico entristecido quando abro os principais blogs do país de PW e vejo as pessoas brigando e reclamando, como fags com fogo no rabo.

Se você é fã de PW desse jeito, te aconselho duas coisas: ou reveja seus pensamentos agora ou saia da fanbase imediatamente, porque gente como vocês, com pensamento de verme, não merece estar em um grupo que se esforça pra fazer o melhor, mesmo com uma criançada fedelha querendo atrapalhar.

E vocês me deram uma ótima idéia para um próximo pensamento. E quando ele sair, faço questão de que leiam e reflitam sobre ele. E sairá logo.

De mais a mais, o show foi foda e esperamos outra oportunidade como essa logo.”

OBS2: Clicando AQUI, você verá uma cobertura completa da etapa do torneio aqui no Brasil.

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Um comentário em “Na Teia do Aranha #55

  1. Parabéns pela cobertura e pela análise… concordo plenamente!!!
    Pena eu estar trabalhando no momento do evento… se estamos com eventos deste tamanho… aguardo muito para saber o que virá na Virada Cultural deste ano…

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