Na Teia do Aranha #58

NA TEIA

 

Salve, pessoal.

Mais uma vez, faço uso desse espaço para trazer um pensamento sobre um tema ligado ao pro-wrestling. Dessa vez, falo sobre algo ligado à luta livre nacional. Quer saber o que é? Clique abaixo, leia, reflita, opine e sugira os próximos pensamentos junto aos comentários.

Abraços e valeu!

 Um Novo Pensamento

Sinceramente, quanto sentei na cadeira pra escrever um pensamento para este espaço, o primeiro tema que me veio à cabeça foi a Luta Livre no Brasil. E, pessoalmente, esse é um tema que vem me intrigando nos últimos tempos, pois vivo ao lado de uma corrente de pensamento de que “tudo o que é bom, vem de fora”. Marquei entre aspas, pois uma boa parte diz isso, mas com palavras diferentes. E fiquei tentando pensar no que faltam aos dois lados – empresas de luta livre no país e fãs de luta livre – para terem um melhor relacionamento e acompanhamento, que fique além de dizer que é pela tradição do que está lá fora, pois para esse diálogo, essa justificativa não serve, porque, se for por isso, a história da Luta Livre Nacional tem quase 50 anos.

E claro que, como público do esporte, parto a reflexão para as empresas nacionais. Não malharei elas. Muito pelo contrário. O esforço que foi feito pela maioria das promoções brasileiras é hercúleo pra reavivar a chama da luta livre por aqui e a recompensa vem com passadas que vão ficando paulatinamente mais largas. Porém, como em todo ambiente, sempre tem o ‘espírito de porco’, que tenta tirar a paz de quem se esforça pra construir um caminho digno e limpo. Mas o próprio público está mais esperto e ignorando opiniões desconstrutivas e ficando com o que é bom. A união está aumentando, mas falta ainda um longo caminho pra que possamos dizer que há um círculo de amor ao esporte, pois a fogueira das vaidades arde algumas vezes pra atazanar. Mas o caminho não é mais promissor, é uma realidade crescente.

E para nós, os fãs? O que falta pra nós apreciarmos com mais ânimo o pro-wrestling por aqui? Acho que apenas um termo expressa toda e qualquer frase bonita que se escrever por aqui: vergonha na cara. Precisamos tirar as travas dos olhos e abrir o campo de visão para outras vertentes que o esporte nos proporciona, mostrando que não é necessário ficar esperando uma WWE da vida vir para poder luta livre da melhor qualidade, mas que tem coisa boa no quintal de casa. Só assim, veremos um desenvolvimento real, que rará bons frutos a todos os lados – de quem luta e de quem torce. Todos ganharão no final.

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Um comentário em “Na Teia do Aranha #58

  1. Muito bem dito João!

    É muito fácil dizer que é fã de pro wrestling sem dar chane ao cenário nacional. Lembro que o Raposa sempre foi um grande defensor.

    Acredito que antes mesmo de reclamar dizer que beira o ridículo, devemos dar uma chance e assistir com outros olhos. E não estes que o jornalistas utilzar para ridicularizar.

    Ótimo texto!

    Parabéns!

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